Poucos livros trataram a década de 1960 de uma maneira tão peculiar como o jornalista Mikal Gilmour que vivenciou tal período não só profissionalmente como um jovem comum e o que encontramos em Ponto Final que pode ser considerado um clássico sobre a literatura do período traz um panorama sobre os ícones da década com um olhar próprio fugindo do convencional, ou seja, desvia do lugar comum onde entram aqueles clichês já bem conhecidos sobre os astros aqui retratados.
9 de fevereiro de 2012
Classic Heavy: Halford - Ressurection (2000)
Em 1992 Rob Halford se despede do Judas Priest para formar do Fight que inicialmente seria apenas um projeto mas acabou lançou os álbuns de estúdio War Of Words (1994) e Small Deadly Spaces (1995), cuja sonoridade difere-se consideravelmente de sua banda de origem começando pelo flerte com o thrash metal cheio de groove no estilo do Pantera sem abandonar a sua linha tradicional mantendo a agressividade, o peso e a velocidade aliado aos vocais rasgados e potentes que renderam-lhe o apelido "Metal God" e com o fim do Fight em 1996 o vocalista não se abateu e continuou no cenário e aproveitando-se de sua veia experimental acabou embarcado em novo um projeto totalmente diferente do que fazia nas suas bandas anteriores, pois, a proposta do Two era baseada no metal indústrial e no gótico e o resultado dessa experiência rendeu o álbum Voyeurs (1998) que foi muito mal recebido principalmente pelos fãs radicais e não radicais que não pouparam criticas negativas ao álbum e mais polêmicas envolviam o vocalista que resolveu assumir publicamente sua homosexualidade (o que não foi problema nenhum para os fãs que mesmo assim continuaram apoiando e admirando o vocalista).
Classic Heavy: Nevermore - Neon Dreaming Black (1999)
O ano de 1999 foi um ano muito bom para o Heavy Metal, pois, marcava-se o período de retorno da popularidade do estilo que embora não atingisse o mesmo nível alcançado na década de 1980 pelo menos servia para mostrar que ao contrário do que muitos diziam e apostavam suas fixas ele não estava morto muito contrário estava funcionando a pleno vapor e a comprovação disso foram os inúmeros lançamentos que se seguiram durante a década que simplesmente servem também para contradizer os saudosistas que acham o heavy metal de qualidade só existiu durante a década anterior o que é um grande lorota com uma boa dose de sadismo.
7 de fevereiro de 2012
Rock Memories: O Prazer do Colecionar ao Olhar o seu Acervo
Quando eu comecei a comprar discos e a me dedicar ao rock, heavy metal, soul, blues e jazz nunca parei para pensar que eu poderia me tornar um colecionador, pois, eu comprava discos afim de completar a discografia das minhas bandas e artistas solo favoritos e sempre zelei pelos meus lp´s e cd´s com todo cuidado o tanto que apenas eu os manuseio para evitar acidentes e os famosos constrangimentos decorrentes podendo até mesmo por fim a uma amizade dependendo do caso.
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| Itens da Minha Coleção de Vinil de Encher os Olhos |
E além de discos tinha a minha biblioteca que crescia porporcionalmente ao número de discos e como juntos cresciam consideravelmente a cada mês fui obrigado a deixar o vinil de lado e ficar atado aos duros grilhões impostos pelo o novo formato que na verdade é muito superior ao disco de vinil tanto pela qualidade do som e pela durabilidade e resistência pois não corre o risco de ficar inutilizado ao contrário do lp que pode ficar inutilizado por qualquer risco além da qualidade sonora que é inferior, mas este formato também tem os seus encantos como por exemplo a capa grande que possibilita a apreciação dos minimos detalhes da arte grafica, os chiados entre outros.
Mas independente do formato e de seus encantos o prazer de ser colecionador e ter uma imensa quantidade de discos na prateleira para admirar e relembrar o passado e poder contar aos que estão do seu lado a saga em busca dos discos preferidos, tem uma outra parte fundamental as lojas de discos que a cada dia, mês e ano estão cada vez mais escassas e para aqueles que pensam o acervo de um "colecionador" é um hard drive (hd) e o espaço de intereção social é atrás de uma telinha de computador no MSN ou no chats da vidas balbuciando siglas que mal se entende, é que nestes espaços formavam-se não forjavam-se grandes amizades que não ficam restritos aquele espaço era aquele lance de freqüentar a casa dos amigos para ouvir discos, ou mesmo trocar discos, gravações e admirar a coleção dos amigos e também ouvir as histórias deles de como fizeram para adquir suas preciosidades.
É isso que falta nos tempo atuais pois eu não recrimino a atual forma de se consumir música já que ela só é reflexo de uma sociedade cada vez mais apática, infantilizada e imediatista que mostra-se equivocada demais em relação ao que é ser moderno e acaba ignorando parte importante da vida que esta contida nos relacionamentos interpessoais que foram substituidos por redes sociais e outros aplicativos como os Soulseek, Kazaa, DC++ e Naspter onde as pessoas se escondem atrás de nomes ficticios para disparar ofenças raciais contra os outros o que por sinal é outro grave sintoma da sociedade atual.
Bom eu vou ficando por aqui ao som de Wheels Of Confusion do Black Sabbath e enquanto isso vou admirando a minha coleção mexendo e remexendo nos meus discos folhando os encartes atrás de de informações lendo e relendo para mais tarde arriscar umas palavras em uma resenha para o blog ou apenas ler para me entreter enquanto escuto essa pérola do heavy metal que marcou época e ainda encanta gerações que prestam seu tributo e lealdade a uma das bandas mais importantes do cenário mundial e tenho certeza que boa parte dos colecionadores apesar de não o terem como um de seus preferidos pelo menos o repeitam devidamente e aqueles que como eu tem o álbum simplesmente sabem do seu valor e ao olharem para sua coleção sabem muito bem a razão de ser deste texto.
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| Mais Itens da Minha Coleção de Vinil Box Set do Slayer |
Mas independente do formato e de seus encantos o prazer de ser colecionador e ter uma imensa quantidade de discos na prateleira para admirar e relembrar o passado e poder contar aos que estão do seu lado a saga em busca dos discos preferidos, tem uma outra parte fundamental as lojas de discos que a cada dia, mês e ano estão cada vez mais escassas e para aqueles que pensam o acervo de um "colecionador" é um hard drive (hd) e o espaço de intereção social é atrás de uma telinha de computador no MSN ou no chats da vidas balbuciando siglas que mal se entende, é que nestes espaços formavam-se não forjavam-se grandes amizades que não ficam restritos aquele espaço era aquele lance de freqüentar a casa dos amigos para ouvir discos, ou mesmo trocar discos, gravações e admirar a coleção dos amigos e também ouvir as histórias deles de como fizeram para adquir suas preciosidades.
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| Outro Item o Box do AC/DC 180 grms |
É isso que falta nos tempo atuais pois eu não recrimino a atual forma de se consumir música já que ela só é reflexo de uma sociedade cada vez mais apática, infantilizada e imediatista que mostra-se equivocada demais em relação ao que é ser moderno e acaba ignorando parte importante da vida que esta contida nos relacionamentos interpessoais que foram substituidos por redes sociais e outros aplicativos como os Soulseek, Kazaa, DC++ e Naspter onde as pessoas se escondem atrás de nomes ficticios para disparar ofenças raciais contra os outros o que por sinal é outro grave sintoma da sociedade atual.
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| Fechando a Minha Coleção a Segunda Parte do Box dos Rolling Stones (Vinil) |
Bom eu vou ficando por aqui ao som de Wheels Of Confusion do Black Sabbath e enquanto isso vou admirando a minha coleção mexendo e remexendo nos meus discos folhando os encartes atrás de de informações lendo e relendo para mais tarde arriscar umas palavras em uma resenha para o blog ou apenas ler para me entreter enquanto escuto essa pérola do heavy metal que marcou época e ainda encanta gerações que prestam seu tributo e lealdade a uma das bandas mais importantes do cenário mundial e tenho certeza que boa parte dos colecionadores apesar de não o terem como um de seus preferidos pelo menos o repeitam devidamente e aqueles que como eu tem o álbum simplesmente sabem do seu valor e ao olharem para sua coleção sabem muito bem a razão de ser deste texto.
6 de fevereiro de 2012
Rock Memories: A Falaciosa Volta do Disco de Vinil
A volta do disco de vinil é uma das maiores mentiras já publicadas pela imprensa, enfim trata-se de um embuste dos bons já que ultimamente a forma de consumir música vem mudando radicalmente com a entrada do MP3 que vem conquistando cada vez mais público e o resultado disso é o declinio das vendas do Compact Disc (CD), e com o desejo de recuperar as perdas sofridas as gravadoras partiram para uma "volta" do vinil.
Pois trata-se de um produto destinado a colecionadores conforme os anúncios cujas tiragens são limitadissimas e muitas vezes não chegam a mil unidades e detalhe custam pequenas fortunas em termos de Brasil, pois, não se encontra uma versão importada de um disco simples do Black Sabbath por menos de R$ 120,00 e se for duplo o preço pode triplicar ai podemos até pensar no mercado interno que foi relegado aos sebos onde discos se amontoam como objetos velhos que só ocupam espaço em casa esses nunca deixaram de existir e lá ainda pode-se encontrar alguma ou outra raridade com preço igualmente salgados.
Em 2010 a Polysom surgiu prometendo a tão sonhada volta deste formato tão amado pelos fãs de música, mas, o que se viu foi uma tremenda decepção já que se você quer aquecer um mercado que já não dá mais frutos você atrás de discos que tenham alto valor comercial que possibilitem essa volta em grande estilo e não simplesmente lançar discos de bandas como Ultraje a Rigor, Inimigos do Rei, Titãs, Chico Science e Nação Zumbi, Maria Rita, Ana Carolina, Pitti, Agridoce entre outros comercializando-os na faixa de R$ 64,90 a R$ 110,00 veja por exemplo no caso dos três primeiros artistas os sebos estão abarrotados de cópias que custam de R$ 1,00 a R$ 5,00 enquanto os outros artistas você encontra no formato compact disc pelo preço de R$ 9,90 nas gôndolas das Lojas Americanas.
Se for levar em conta o público que consome este tipo de música ai a coisa piora porque são pessoas caso geralmente enchergam através das estreitissimas fendas de suas cavernas julgando o vinil como algo ultrapassado e como a maioria é adolescente e depende dos pais para poder consumir qualquer produto que seja o lance fica mais dificil porque os pais geralmente não vão liberar a grana para os seus queridos filhinhos torrarem num disco e simplesmente dizem não tem na internet? e no caso dos mais velhos a coisa também é complicada, pois, muitos depois que casaram desovaram seus discos nos sebos da vida (que hoje abarrotados pagam R$ 0,20 por cada lp) e não vão gastar pequenas fortunas em algo um dia já tiveram e que podem encontrar por um preço mais acessível nos sebos o que se pode afirmar com veemencia é que é um mercado destinado para um público literalmente seleto de condição financeira avantajada que pode consumir este material sem sentir descoforto algum o que evidencia uma atitude utópica que no minimo provoca risos compulsivos.
O que mais encomoda é ver que os empresário do ramo musical aproveitadores tentaram jogar para cima da galeraque havia uma febre nos EUA e Europa (que não se comparam de maneira alguma com o Brasil e em hipotese alguma podem ser considerados modelos de "modernidade" a serem seguidos porque nestes lugares o vinil nunca deixou de circular, pois, lojas como a Amoeba vende desde novos a usados sem falar nas feiras dedicadas ao tal formato mesmo que os lançamentos atuais ainda sejam tratados como itens de colecionadores) que gravitava em torno do tal formato e a imprensa sabe-se lá porque apoiou e publicou matérias e mais matérias anunciando a volta do formato para alegria dos colecionadores que logo se aborreceram quando perceberam o embuste fabricado pela industria e a mídia inclusive ontem no jornal local de maior circulação requentou essa história e publicou um caderno com capa de frente e mais textos que ocupavam o total de uma página e meia exibindo sebos.
Percebendo um aumento que de fato ouve a Sony é a primeira a anunciar sua volta ao mercado de lp lançando um aparelho que na verdade é um conversor que passa o disco de vinil para mp3 mas também possibilita escutar as bolachas e pode ser plugado em qualquer aparelho de som e outro fabricante que não ficou atrás foi a Ion que disponibilizou quatro modelos toca discos e conversor o primeiro modelo o mais simples apenas converte e não possibilita escutar o disco, o segundo modelo converte e permite escutar o disco, o terceiro modelo converte diretamente para dentro de um Ipod desde que esteja acoplado a ele e o quarto modelo converte e grava o dvd no próprio aparelho no site do Amazon.com custam de U$$ 130,00 a U$$ 250,00.
Ai alguns poderão estranhar e perguntar onde o Brasil entra nesse história ambos os modelos estão disponiveis no Brasil mas custam de R$ 400,00 a R$ 2.600,00 no Mercado Livre ou nas lojas virtuais já que os grandes magazines como as Casas Bahia, Ponto Frio entre outros não comercializam este aparelho sabe-se lá porque, e um importante detalhe que deve ser ressaltado é que o problema não fica restrito somente ao preço do aparelho e as peças de reposição como as agulhas por exemplo no caso da Ion não existe similar por exemplo as agulhas da Le Son não servem e além disso as agulhas são igualmente importadas chegando a custar de R$ 70,00 a R$ 120,00 uma única agulha, pois, imagine se a agulha quebrar o prejuízo no bolso.
Então considerando estes fatos como podemos falar em volta do vinil se as pessoas não estão correndo atrás de agulhas, aparelhos e discos e as lojas de disco coitadas continuam cerrandos suas portas esperando quem sabe por dias melhores para voltarem as atividades já que os downloads ilegais (trocas de música, arquivos compactados e cd´s piratas roubaram este espaço) o que explica do desespero das gravadoras, pois, nem o número de vendas de música digital supera o consumo ilegal, pois, como se sabe se os downloads pagos fossem suficientes as gravadoras talvez não estivessem amargando a atual crise e nem o Megauploud seria fechado e o dono seria preso e grande verdade disso é que os seus dirigentes são verdadeiros asnos.
Para finalizar fica uma dica para os amantes do vinil a loja virtual Amazon.com possui um estoque enorme com relançamentos de bandas como Black Sabbath, Metallica, Judas Priest entre outras bandas e artistas solo desde o vinil simples, edições deluxe 180 grms e os box set especiais cujos preços variam de U$$ 15,00 a U$$ 300,00 e além disso tem os leilões de usados que contam com variados preços e você passa a negociar diretamente com o dono do material por intermédio do site e mais o frete que varia de U$$ 7,98 a U$$ 30,00 dependendo do peso da encomenda é acrescido uma taxa por kilo excedente enfim uma boa pedida para quem tem cartão internacional, mas, fiquem atento porque pessoa fisica pode importar no máximo até U$$ 50,00 sem pagar impostos, pois, acima desse valor pagam-se impostos proporcionais ao valor da mercadoria que em alguns casos vale a pena pagar.
Mas ainda assim não dá para considerar uma volta do disco de vinil no Brasil levando em conta a estrutra disponivel para os consumidores cuja maioria não tem essa facilidade para consumir suas preciosidades no site norte americano e muito menos para dispor de pequenas furtunas que custam um terço de um salário minimo e no caso dos tocas discos a mesma coisa considerando que eles podem chegar a custar até 4 salários minimos, mas enfim o principal lema do capitalismo que é sonhar não é proíbido mas agora realizar o sonho já ~são outros quinhentos, mas, enfim cada um acredita no quer não é verdade?
Critica do Livro: Heavy Metal A História Completa (2010)
Originamente publicado em 2003 pelo autor Ian Christe a obra se propõe a contar a história do estilo nos seus minimos detalhes, começando pelo Black Sabbath mas o defeito aparece ao negar outros percusores como o Blue Cheer, e outro fator importante do livro que ele descreve o desenvolvimento do estilo, ou seja, o período de transição liderado pelo Judas Priest que rompe cacoetes setentistas e passa a ser heavy metal criando as bases para a década seguinte onde surgiram subgêneros como power metal, speed metal e thrash metal.
Critica do Livro: Queen Magic Works (2009)
O mercado editorial brasileiro vem
surpreendo atualmente com o lançamento de várias biografias sejam elas sobre
artistas de cinema, políticos ou personalidades históricas, mas a grande
surpresa fica por conta do rock estilo que pegou no Brasil (não nas mesmas
proporções dos países europeus e da América do Norte) e podemos encontrar um
número razoável de biografias mesmo que fiquem restritas a bandas como Beatles,
Rolling Stones, Bob Dylan e em alguns casos há espaço para outras bandas de igual expressão que passam um pouco desapercebidas.
A maior surpresa é que trata-se
de um fato incomum, a biografia alvo deste texto foi escrita por um brasileiro
fã do Queen e participante ativo do fã clube da banda além de ser membro de uma
banda tributo do grupo britânico e baseado em alguns livros e revistas sobre a
banda Marcelo Facundo Severo lançou, em 2009, Queen Magic Works pela Editora
Mandacaru e inicialmente estava sendo comercializado apenas no site do fã
clube.
A obra em questão aborda a
produção musical, em detalhes, começando por uma breve biografia de cada
integrante até a formação do Queen, para
depois entrar na discografia, revelando os mínimos detalhes da gravação contando para os leitores até quais foram os instrumentos utilizados no estúdio em cada faixa gravada, e o que mais surpreende é
quantidade de informações relevantes e precisas sobre a banda que o autor
conseguiu reunir e transformar em livro que sem dúvida pode ser considerado um
referencial para quem deseja mais do que ouvir os discos do Queen porque pode
começar a expandir seus conhecimentos adquirindo este livro.
Embora seja uma pequena obra
prima, o livro, também tem seus defeitos
que de maneira alguma depõe contra a grandiosidade do conjunto de informações
que o compõe, muito pelo contrário, pois, apenas mostram as fragilidades de um
escritor de primeira viagem e o que o faz tropeçar é que quando descreve os discos o faz de uma maneira positivista considerando aí também a forma cronológica utilizada para dividir os capítulos, a falha, nesse caso, é que cada um deles parece ser descolado, sem conexão, com a outro, pois, em alguns casos, os temas das letras poderiam ter sido mais discutidos. Um outro fator é que a descrição da discografia ficou com a cara de uma resenha
mais aprofundada, técnica, carecendo de uma análise crítica mais profunda e também por não ter o contexto histórico que é importantíssimo para situar o leitor e ajudá-lo
a compreender melhor o período em que estes discos foram lançados.
Resumindo trata-se uma grande obra que merece toda atenção dos fãs mais ardorosos, e, que, portanto, são os mais sedentos por informações detalhistas sobre a obra do grupo britânico que será largamente encontrada em Queen Magic Works que não é uma bíblia, mas contém um rico conjunto de informações que possibilitam informar muito bem o leitor desde o mais ardoroso assim como os iniciantes na obra da banda, ou aqueles que apenas pesquisam música, enfim, trata-se de uma excelente iniciativa, porque não é todos os dias que vemos um brazuka escrevendo uma biografia de alto nível neste mercado que é dominado esmagadoramente pelos jornalistas estrangeiros.
Resumindo trata-se uma grande obra que merece toda atenção dos fãs mais ardorosos, e, que, portanto, são os mais sedentos por informações detalhistas sobre a obra do grupo britânico que será largamente encontrada em Queen Magic Works que não é uma bíblia, mas contém um rico conjunto de informações que possibilitam informar muito bem o leitor desde o mais ardoroso assim como os iniciantes na obra da banda, ou aqueles que apenas pesquisam música, enfim, trata-se de uma excelente iniciativa, porque não é todos os dias que vemos um brazuka escrevendo uma biografia de alto nível neste mercado que é dominado esmagadoramente pelos jornalistas estrangeiros.
Nota: 9,0
25 de janeiro de 2012
Relançamentos: Rush - Moving Pictures (Deluxe Version) (2011)
Sempre quando uma de minhas bandas favoritas relança um álbum clássico eu sempre fico apreensivo imaginando o motivo de tal relançamento e obviamente o conteúdo especial que essas reedições tem a mostrar, muitas vezes eu me surpreendo outras me decepciono porque na verdade não tem nada de especial e não passam de verdadeiros caça-níqueis que desvelam o desespero das gravadoras em tentar arrecadar algum dinheiro para engordar as suas receitas.
E no caso do Rush embora Moving Pictures dispense apresentações, pois, para quem não tem o álbum compra-lo seria um bom começo, mas para os colecionadores de carteirinha não penso que este item seja tão valioso considerando o material do segundo disco que é um DVD áudio que trás o álbum na íntegra e ainda contém três vídeos enfim nada que empolgue e me faça pensar que preciso deste disco.
A atitude mais correta já que se quer alavancar a venda de discos as gravadoras deveriam abaixar os preços, pois, é melhor do que comprar versões de clássicos com discos bônus com as mais variada tranqueiras como várias versões da mesma música ou quando trás uma versão do álbum na íntegra mas justificando como remasterizado ou reeditado, pois, isto de nada adianta, pois, como eu a maioria dos ouvintes de música não tem ouvidos tão apurados que os permita ouvir os minimos detalhes da produção.
Enfim como disse antes o álbum vale apena para aqueles qua ainda não tem nenhum disco do grupo já que a discografia do Rush simplesmente evaporou das prateleiras das lojas e começar por um clássico de peso como este que é obrigatório na prateleira de todo fã de música pesada e para os fãs mais exigentes ou colecionadores reafirmo não compensa o investimento se puder fuja e se não resistir não se arrependa depois.
Nota: 7,0
11 de janeiro de 2012
Rock Memories: O CD, LP & MP3: AS REFLEXÕES DE UM COLECIONADOR!
Há muitos anos atrás, ou seja, duas décadas e meia eu comecei lentamente a entrar para o mundo dos consumidores de música e como muitos jovens da década de 1980 a minha entrada no mundo rock aconteceu depois do primeiro festival de música organizado no Brasil conhecido como Rock In Rio e poucos meses depois eu comprava meu primeiro disco de muitos que viriam ao longo da minha história que é longa, pois, durante esse tempo eu conheci muitas pessoas legais que compartilhavam dos mesmos interesses que os meus seja na música ou em outros projetos de vida e embora hoje muitos desses amigos estejam espalhados pelo país o meu interesse pela música nunca esmoreceu pelo contrário apenas cresceu.
Eu moro numa cidade do interior do Estado de São Paulo que embora seja pequena mas é uma das mais importantes do Estado, mas como toda cidade interiorana tem suas limitações e para assistir a shows das grandes bandas do cenário mundial do rock pesado tenho que deslocar para a capital, pois, é lá que as grandes atrações do mundo da música pesada acontecem durante todo o ano e organizar caravanas é algo comum na vida de quem resolve se aventurar nas estradas rumo aos grandes shows para se divertir.
Mas fora esse detalhe também tinhamos um festival o Metal Rebellion por onde passaras as grandes bandas do cenário nacional como Krisiun, Korzus, Vulcano, Torture Squad, Executor e muitas outras e em 2004 tivemos uma atração internacional o Exodus famosa banda de thrash metal da bay area, mas fora isso também tinhamos lojas especializadas que aos poucos foram sucumbindo ao mp3 muitas fecharam e as que sobraram diversificaram as atividades vendendo outros itens ou apenas trabalhando com material usado tornando remotas as possibilidades de encontrar e obter em primeira mão os lançamentos e outras coisa mais "raras" obrigando o pessoal a buscar outras opções como a galeria do rock por exemplo com as famosas encomendas via depósito bancário e recebimento via correio, mas para aqueles que tem uma condição mais avantajada e não se importam em pagar mais caro pelos discos podem utilizar as filiais das redes Fnac e Saraiva que também contam com um número reduzido de lançamentos enfim ficam restritos apenas as bandas mais conhecidas e não arriscam em outras bandas que atendem a público mais especifico como é o meu caso que embora a 10 anos utilizo os serviços da galeria do rock que ficaram ainda mais intensos com a escassez daqui.
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| Vinil volta ou conversa, no Brasil? |
Na década de 1990 eu já me encontrava em plena adolescência e já começara colecionar discos e a fazer compras regularmente para abastecer a minha coleção matar a minha curiosidade crescente e principalmente os meus conhecimentos musicais cujas lacunas eram supridas por algumas publicações do período primeiro com a Rock Brigade, Top Rock e muito pouco da Show Bizz (revista dedicada ao pop), mas o saudosismo dessa década reside em duas lojas de discos uma era Cantinho do Disco capitaneada pelo Osvaldinho e a outra a Combat Rock cujo dono era o Flávio uma grande pessoa, embora ambas entraram na minha vida em momentos diferentes foram importantes pelo fato de proporcionarem bons momentos, pois, eram points onde os fãs de música de várias gerações se encontravam para fazer suas compras e trocas e também para ouvir alguns discos combinando aos altos papos que rolavam sobre música e as amizades que se forjavam naqueles locais.
E na época em que começou a transição do vinil para o cd algumas dessas lojas acabaram fechando as portas por não conseguirem acompanhar as mudanças correntes e apenas a Combat Rock sobreviveu e lojas como Rarydades que também me proporcionou a oportunidade ampliar consideravelmente meu acervo deixaram de existir mas como tudo que é bom dura pouco a única sobrevivente que sobreviveu a transição de formatos em grande estilo, pois, era possível achar do pop até o black metal estilo que começava a ganhar seu espaço lentamente por aqui e como ainda estavamos na década de 1990 FHC presidente e o povo vivia a ilusão do plano real cuja moeda americana e moeda nacional estavam no mesmo valor e logo na primeira desvalorização a saudosa Combat Rock não sobreviveu e fechou as portas.
E o que pareceia perdido já que o último espaço de convivência para os fãs da música pesada havia sucumbido, mas, as esperanças de achar outro local prevaleceram e em uma de minhas peregrinações pelo centro me renderam uma grande surpresa achei uam loja chamada Tony Elvis e logo de cara não pude conter a minha felicidade e de cara comprei cinco discos e apartir de então lá tornou-se o meu novo recanto enfim um novo point e assim eu iniciava o século XXI revitalizado o heavy metal voltava a ter popularidade e a loja em questão começou a trabalhar com o catalogo da Century Media, Nuclear Blast e Hellion e os lançamentos chegavam em primeira mão deixando para a galeria apenas o que não era possível encontrar aqui na cidade.
| Vista parcial da minha coleção particular |
Como o compact disc acabou tomando o lugar do vinil mesmo que isso tenha acontecido lentamente o então velho e marginalizado long play acabou perdendo o valor de maneira monstruosa o que em partes fez alegria de pessoas como eu que aproveitaram-se dessa momento e comparam tudo o que sempre desejaram ter e antes nunca puderam devido aos preços elevados dos discos que eram objeto acessivel a uma pequena parcela da sociedade e com o cd cujo surgimento prometeu algo que não cumpriu tornar-se acessivel e no fim das contas acabou tornando-se muito mais caro e para além disso muitas bandas clássicas da década de 1970 que foram lançadas no Brasil nunca mais tiveram a oportunidade de ter uma edição nacional no então novo formato, mas o golpe definitivo veio quando as fábricas como a Sony, Philips entre outras para a consolidação do novo formato deixando de fabricar os toca discos e passando a fabricar apenas o cd-player.
E na primeira década de 2000 a indústria fonográfica leva o primeiro desacerto coma criação dos primeiros programas de troca de música via internet com um detalhe as trocas eram feitas sem custo algum e foram se popularizando enfim se espraiando a toda sociedade e pela primeira vez a indústria que sempre explorou inescrupulosamente os seus clientes começara expriementar o sabor amargo das quedas nas vendas de seus produtos que tiveram o download como uma alternativa mais barata que hoje praticamente dominam o cenário da música atual com o crescimento de sua participação nas receitas das gravadoras que não cruzaram os braços cuja resposta encontram-se nos relançamentos de grandes clássicos do rock nas versões "Deluxe" e "Expanded" e nessa fatia esta incluso o vinil que também ganhou sua versões especiais.
Mas enfim embora o MP3 possibilite o ouvinte conhecer discos, bandas que antes eram impossíveis de se fazer porque para tal empreitada era necessário gastar dinheiro com discos que as vezes eram decepcionantes e que em pouco tempo seriam largados no canto das prateleiras, mas esbarra num problema a qualidade é muito inferior a de um cd ou lp, pois, o fato deste formato ser compactado enfim comprimido perde qualidade consideravel mesmo que seja no formato flac então o mp3 reafirmo tem uma utilidade para colecionadores como eu comhecer determinado material para saber se vale ou não apena e não para fazer coleção, pois, na minha cabeça mesmo que eu tenho tal disco em formato digital eu só me considero de posse do mesmo depois de compra-lo fisicamente, ou seja, original.
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| Minha volta ao vinil para quem quiser disponivel no Mercado Livre |
Pois existe todo um ritual que acompanha a audição de um lp ou cd novos desde o momento em que você o tira da sacola depois o momento da abertura da embalagem até coloca-lo no toca discos ou cd-player com o encarte na mão lendo-o, enfim, eu sou um devorador de fichas técnicas junto com as letras pois é indispensável a tradução das letras e fora o prazer de namorar a sua coleção e passar horas a fio a admirar os discos e lembrar das histórias impressas em cada um deles pelo para mim é assim cada disco que eu compro tem uma história no minimo curiosa (ver os disco que marcaram a minha vida) é legal lembrar delas compartilhando com os colegas colecionadores como eu e na minha trajetória eu sinto falta das lojas de discos e o espaço de sociabilização que permitiam aos fãs de música que foi se perdendo e os colecionadores hoje são raros.
O futuro da música aguarda muitas surpresas e por isso fica impossível dizer qual formato vai ou não continuar ou desaparecer, mas fica uma reflexão sobre os meus anos como consumidor de música que a mudança de formato não cumpriu sua promessa de tornar a música mais barata e acessível pelo contrário ficou mais cara e o mp3 também segue os mesmo passos porque uma hora a indústria vai conseguir fechar o cerco e os preços? mas o que eu entendo é que cada nova forma de tecnologia na história da humanidade trouxe conforto para uma minoria prometendo salvar a sociedade mas fracassou deixou a cada época um lastro de miséria e a música vai seguindo mesmo caminho e muitos desempregados vão surgindo imagine o prejuízo e o impacto social pois uma gravadora tem inúmeros funcionários e uma loja de discos também vários funcionários e sem falar nas outras empresas que gravitam em torno da indústria fornecendo variados produtos que vão parar nas mãos dos cosumidores finais.
Mas enquanto isso eu ainda me levanto cedo toda as manhãs de sábado e depois de um belo banho e um café da manhã supimpa eu pego meu carro e me desloco para o centro da cidade para peregrinar pelos sebos que resistiram ao tempo e que sobrevivem aos trancos e barrancos atrás de minhas preciosidades e vezes outras volto de sacolas cheias relembrando os velhos e bons tempos que aos poucos vão fechando sua cortinas encerrando uma época brilhante e mágica que hoje vive no museus de minhas memórias onde o passado parece renascer cada vez mais forte....
23 de dezembro de 2011
Resenhas: Head Cat - Walk The Talk...Tlak The Talk (2011)
Este disco inusitado para quem está acostumado a ouvir o Motörhead e sua faceta suja, agressiva e portanto bruta talvéz estranhara ou colocar este disco em seu cd player , pois, aqui o que temos é um som clássico dos anos de 1950 saudosismos a parte o lendário vocalista e baixista Lemmy Killminster sempre foi aficcionado por rock 'n' roll dessa década onde tudo começou de forma mais primitiva e logo mais crua.
Resenhas: Krisiun - The Great Execution (2011)
Se tem uma banda que exprime o que é o death metal em todos os sentidos e nunca decepcionou e carrega a bandeira do estilo como um proposito de vida é Krisiun que desde o primeiro álbum mostrou que como é que deve soar uma banda de metal extremo e assim todos os álbuns assinados pelos irmãos Kolesne seguiram essa faceta sombria e aterradora do estilo sem medo algum o que podemos comprovar a mais de uma década e meia.
Resenhas: Vader - Welcome To The Morbid Reich (2011)
O Vader sempre foi uma banda que nunca repetiu um disco sempre buscou mostrar novidades e desta vez a banda não fugiu da linha e vem com o seu novo álbum que a o mesmo tempo apresenta a nova formação liderada por Peter Wiwczarek e em Welcome To The Morbid Reich o Vader mostra e novamente detona seu death metal brutal e destuidor para alegria dos fãs do estilo.
Resenhas: Megadeth - Th1rt2en (2011)
O Megadeth nos últimos anos vem lançando discos bons, maas, na verdade não trazem mais nad que empolgam a banda deixou de ousar e apostam semprer na mesma fórmula para os fãs da banda é um tesouro atrás de tesouro mas e para aqueles que gostam da banda e até se arriscam a cada lançamento a adquirir os discos o que pensma sobre o novo disco do grupo?
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