3 de setembro de 2017

A verdade sobre Blaze Bayley no Iron Maiden.


A entrada de Blaze Bayley no Iron Maiden significou uma grande mudança porque quem conhece o som da banda na voz de Bruce Dickinson percebe que a estrutura sonora é adequada ao tom de voz dele, ou seja, há diferenças que implicam em mudanças nessa estrutura e obviamente aconteceriam de novo. Por isso a imprensa “especializada” ao meu ver foi covarde ao atacar Blaze Bayley e ao colocá-lo como se ele fosse o problema que nunca foi. Quem conhecia o trabalho dele no Wolfsbane sabia que isso iria ocorrer e também sabia que ele é um grande vocalista de heavy metal cujo talento não se realizaria ali, os álbuns de sua carreira pós-Iron Maiden comprovam isso largamente, sem embargos!

19 de agosto de 2017

Dio - Dream Evil (1987)


Na segunda e última metade da década de 1980 as bandas de heavy metal pareciam perder as forças fazendo várias mudanças que nem sempre agradaram os fãs e a imprensa que não perdoava fazendo críticas mais do que ácidas em muitos casos entre outros, mas nem por isso acabavam encerrando a carreira antes do esperado causando espanto só que por outro lado haviam outros que estavam bem no auge e ainda correspondiam a altura com grandes lançamentos e o mesmo pode se dizer dos estreantes que vinham com sangue nos olhos para conquistar o seu lugar ao sol.

Iron Maiden - Seventh Son Of A Seventh Son (1988)


O ano de 1988 experimentou grandes mudanças como o fim da guerra fria que na verdade era o preludio para a extinção da ex-U.R.S.S que ruiu de vez três anos depois, porém ainda assim havia a ameaça nuclear não de uma guerra, mas da contaminação que ameaçava a Europa após a castrofe nuclear ocorrida na Usina de Chernobil. Enquanto no Brasil ainda recém saído do seu período mais sombrio agora tentava marchar rumo a democracia ao mesmo tempo em contava seus mortos e procurava os seus desaparecidos denunciando as violações dos direitos humanos praticadas nos porões dos matadouros do DOI-CODI aonde ocorreram vários assassinatos, estupros, torturas até de crianças e de bebes e o que mais se puder imaginar, mas ainda haviam os resquícios que assombrariam o presente, marcado também pelo assassinato de Chico Mendes e também viu o fim da censura e da tortura entre tantas outras coisas.

1 de novembro de 2016

Judas Priest e os seus cinco melhores e mais importantes discos.



Nascido na Inglaterra e contemporâneo e conterrâneo do Black Sabbath, o Judas Priest começou suas atividades em 1969. Novos elementos e mais absorção das lições dos homens de Birmingham deram aos legítimos herdeiros os elementos necessários para trilhar o próprio caminho, ou seja, inovar, testar, desafiar e quebrar barreiras, estabelecer outro nível.

30 de outubro de 2016

Iron Maiden - Maiden England '88 (2013)


O Iron Maiden é uma banda que se especializou em lançar ótimos discos ao vivo, desde Live After Death, de 1985, o clássico supremo, os britânicos apresentam trabalhos que ao contrário de muitos valem cada centavo, ou seja, não são os terríveis caça níquel. Nos anos de 1980, os caras lançaram álbuns que se transformaram em referência logo de imediato, sete discos de estúdio do nível mais alto. É até dispensável fazer qualquer outra consideração a respeito de cada de um deles, pois é... seria redundante discorrer sobre um The Number of the Beast (1982) ou um Powerslave (1984) e os demais para recontar a devida importância. Depois de 1986, em 1988, o Iron Maiden fechou a década de 1980 com Seventh of the Seventh Son, um disco que os deixou de bem com o público que havia a dois anos atrás torcido para o Somewhere in Time, um ótimo disco que acabou entrando para o hall dos álbuns injustiçados (leia aqui).

20 de outubro de 2016

Metal Church - Masterpeace (1999)


Enquanto a Inglaterra estava em plena NWOBHM lançando banda atrás de banda, os EUA também estavam na sua onda e não deixavam por menos. O Thrash Metal vinha com tudo e a terra do Tio Sam não teve dó e nem piedade, o Metallica vinha por um lado com Kill ‘Em All (1983) e a posteriori vinha ainda mais matador com Ride The Lightning, o Slayer também vinha daquele jeito com Show No Mercy (1983) e não muito atrasado em relação ao seu “concorrente” responde com mais agressividade emplacando o Hell Awaits (1985), a verdade é que o inferno não estava mais a espera e dali passavam a largos passos bandas e mais bandas e muitos nomes com clássicos foram firmando-se no cenário.

16 de outubro de 2016

Iron Angel - Hellish Crossfire (1985)


Nos anos da década de 1950 o rock surgiu fazendo um estardalhaço na postura herege de Elvis Presley, o embrião de uma revolução que chegaria ao seu ápice nos anos de 1960 com os Beatles, as mudanças não aconteceram só na estética da música, mas principalmente no comportamento, o questionamento dos padrões da sociedade, a contracultura, enfim, foram anos de grande efervescência cultural, os hippies, a guerra fria e o mundo dividido entre os comunistas e capitalistas e mais as violentas guerras de descolonização de África e Ásia, os anos de 1970, viram a derrota do capitalismo custando mais caro do que o rico dinheiro do contribuinte que teve de enterrar os seus filhos ou vê-los paraplégicos ou que ficaram “esquecidos” como pagamento pelos danos permanentes causados a 80% do solo vietnamita que hoje é improdutivo por conta do excesso de napalm.

15 de outubro de 2016

Iron Maiden - Somewhere In Time (1986)


O ano de 1986 foi um ano de grandes lançamentos, o Slayer e o Metallica chegavam ao ápice do Thrash metal, mas por outro lado outras bandas entravam em declínio tentando em vão se adaptar ao mercado norte americano, o Judas Priest, o Grave Digger, entre outras dezenas de bandas acabaram por sair chamuscadas dessas aventuras malsucedidas. O Iron Maiden por sua vez recentemente transformou-se numa das forças definitivas do heavy metal, o passado recente contava com o grande Powerslave e de quebra o Live After Death, um monstruoso álbum vivo, enfim, um clássico, que está no hall dos principais álbuns desse formato e, que, vive perambulando, com destaque, pelas listas das inúmeras publicações de metal ao redor do planeta. 

8 de maio de 2016

Uma lição sobre o bom senso e o devido respeito.



O blog está inativo em definitivo, mas volta e meia venho aqui para ver se tem algum comentário para ser publicado. Só que ultimamente li comentários que ofendem a minha integridade moral, ou seja, são calúnias e difamações, o que é crime previsto no código penal punível com cadeia e fora a indenização. Esse tipo de comentário eu nem publico, mas aviso: Eu retenho para futuros processos e um dos que li aqui já encaminhei os dados para a polícia e fiz B.O e vou seguir com processo crime. A internet não é uma terra livre aonde se abusa do direito a opinião há limites, o bom senso por exemplo é uma dessas travas e evita dissabores. 

24 de julho de 2014

Comunicado aos leitores




Em 2010, eu resolvi iniciar um blog para escrever sobre música e para melhorar a minha escrita, mas nunca tive a pretensão de transforma-lo em um campeão de audiência. Todo material resenhado foi comprado do meu bolso, ou seja, não recebi nada de graça e por isso mesmo me sentia livre para publicar a crítica que bem entendi, mas com o devido respeito aos autores das obras por mim resenhadas.