18 de dezembro de 2011

Garimpando - Atoomic Rooster - Atoomic Rooster



Ano de Lançamento: 1970
País de Origem: Inglaterra
Estilo: Rock Progressivo
Line-up: Vincent Crane (og e pn), Carl Palmer (bt), Nick Graham (bx) e John Du Cann (v e g)

Track List:

01. Friday The 13th 
02. And So To Bed 
03. Broken Wings 
04. Before Tomorrow 
05. Banstead 
06. S.L.Y 
07. Winter 
08. Decline And Fall  



Faz poucos meses que eu voltei ao vinil formato do qual eu jamais deveria ter me afastado mas não lamento  enfim depois de mais de uma década longe dos long plays eu estou devolta comprando alguns títulos e refazendo algums coleções e nesse intuito como sempre minha disponibilidade depois de entrar na vida adulta e assumir as resposabilidades inerentes a tal fase fiquei com o meu tempo livre restrito aos finais de semana para poder fazer meus garimpos em busca de raridades vinilicas e numa das minhas viagens pelo mundo dos sebos que vendem o tal formato são reduzidissimos e a alta de preços por hoje serem considerados raridades levou muitos donos a venderem seus long plays nos mercados livres da vida e alguns sebos das capitais também agregarem valores altissimos aos discos.


17 de dezembro de 2011

Guia do Colecionador: Uriah Heep


 
E a primeira banda a participar desta seção é o Uriah Heep por seu uma das banda mais importantes da década de 1970 que foi formada  na Inglatera na final dos da década de 1960 cujo som feito pelos rapazes de Londres é uma misto de Hard Rock/Progressivo e Psicodélico criando uma massa sonora poderosa cujo peso e uma das caracteristicas marcantes do grupo o tanto que a banda fez sucesso na Europa  mas em contra partida nunca conseguiu obter o mesmo sucesso no mercado norte-americano



9 de dezembro de 2011

Discos que Marcaram a Minha Vida: Parte 3

Depois da liberação promovida pela internet o acesso a música ficou mais fácil devido aos downloads ilegais na primeira década de 2000, aas gravadoras começaram a perder dominio sobre a distribuição de música e do que deveria ou não ser lançado e as bandas de maneira independente começaram a fazer uso das mais variadas redes sociais para divulgar os seus trabalhos.

Muitas bandas boas e ruins que chegam a ofuscar o trabalho das primeiras somado ao recurso mais importante para se promover os trabalhos a mídia fica restrita a uma pequena gama já conhecida e consagrada de bandas que marcaram uma época e outras que vieram ali atrás mas nunca tiveram seus trabalhos devidamente reconhecidas umas acabaram e outras continuaram durante décadas gravando nos álbuns. 

E o meu interesse por música sempre foi além do convencional, pois, nunca me conformei e achava até estranho que na década de 1970 tivessem pouquissimas bandas na linha de frente do rock progressivo, hard rock e heavy metal e sempre procurei buscar bandas de pouca expressão no cenário mas que na verdade por trás de tudo se tornaram referencias de seu tempo nas bocas de um número reduzidos de fãs e que hoje já começam a receber ainda de uma maneira timida o seu reconhecimento.  

E hoje com a internet banda larga permitindo o acesso quase que instantaneo a música, pois, é possível baixar a discografia inteira de um artista em poucas horas ou minutos dependendo da velocidade disponível o acesso a uma vasta gama de músicos e álbuns fora as informações biograficas expostas na enciclopédia virtual conhecida como Wikipédia ajudam a pelo menos o usuário a ter o básico no que tange a informações de seu artista preferido.

Na década de 1980 e 1990 as informações eram basiacamente as revistas que ao longo desse tempo tornaram-se veículos segmentados visando a atender as necessidades mercadológias e fora isso dentro do convencional o consumo de música acontecia com a tradicional compra de lp´s e depois cd´s que acabaram decretando a fim do lp que hoje custam pequenas fortunas dependendo do título entre outros e nessa esteira existiam ainda outros fatores como por exemplo os lojistas salvo excessões deixavam você escutar o disco e isso acarretava no seguinte dissabor era que se o disco fosse ruim você teria que ficar com ele e trocar nem pensar e o cd era a mesma coisa e com a chegado do mp3 isso acabou pois o consumidor pode escutar e avaliar se vale ou não apena consumir esse produto e também por uma questão financeira em termos de Brasil venhamos e convenhamos coleções é para quem é rico ou é jornalista que trabalha no ramo especializado porque para as pessoas de uma condição financeira não estável é impossível ter uma coleção de discos que custam caro num país onde a média de salário é o minimo.



01. Wishbone Ash - Just Testing (1980)

Esse disco nos últimos meses tem sido o mais escutado não sai do toca discos a não ser para descansar e voltar no dia seguinte está uma banda que eu deveria ter conhecido a mais tempo, pois, estou diante de um disco clássico considerando a discografia da banda na década anterior ele não fica devendo nada aos anteriores, pois, o aqui a banda reatualizou o som para a década que entrava rasgando com a NWOBHM que arrebatava os jovens sem piedade nenhuma e um álbum como Just Testing trás toda a tradição de guitarras com belas harmonias e solos como em faixas Lifeline, Hauting Me e Master Of Disguise e para aqueles que ainda não conhecem a banda está aqui um disco certeiro para começar.   



02. Uriah Heep - Demons And Wizards (1972)

Um grande disco e uma das aquisições mais dificies que eu fiz, pois, na época eu só conseguia as bandas convencionais e fica restrito aos mesmos discos e uns anos mais tarde numa bela noite de carnaval antes de ir para o clube com a namorada eu resolvi passar no Carrefour e comprar umas cervejas e derrepente eu me deparo com uma gôndola cheia de cd´s de quem? do Uriah Heep e na época estavam por um preço baixissimo porque a banda não tinha pego aqui então o que eu fiz de uma única vez eu comprei todos que eu pude e o Demons And Wizardds foi um deles e eu como ainda não conhecia banda fiquei pensando será que é bom? vale a pena? curiosidade que eu só matei quando cheguei no carro e botei no cd player e começou com os violões The Wizard eu quase caí do banco, a faixa Traveller In Time, Poets Justice, Rainbow Demon falam por si só a magnitude deste trabalho concebido pelo quinteto inglês.   



03. UFO - Obsession (1978)

O UFO sempre foi grande banda mas que nunca teve seu verdadeiro valor reconhecido gravou excelentes álbuns na companhia do guitar hero alemão Michael Schenker que tornaram-se clássicos obrigatórios do hard rock e heavy metal e por sua vez também influenciaram o movimento britânico popularmente conhecido pela sigla NWOBHM que praticamente dominou a música pesada na década de 1980, mas o que falar deste disco que marca a despedida de uma fase brilhante da banda que nunca mais foi a mesma depois da saída do guitarrista que neste álbum criou excelentes bases de guitarra aliadas a solos matadores que denunciavam a urgencia de Obsession que da primeira faixa até a útlima é uma grande aula de como se fazer rock pesado e as faixas Only You Can Rock Me, Hot ´n Ready, Cherry e Born To Lose são a mostra desse furacão que pela última vez comando pelas ferozes guitarras de Schenker caminhavam como gigantes arrebatando platéias. 

04. Status Quo - Piledriver (1972)
O Status Quo é aquele tipica banda de rock n roll pesada e com um som direto cru e simples calacado em guitarras aceleradas e em Piledriver um disco que transcende barreiras com un nível de faixas cativantes que não deixam o ouvinte em momento algum decepcionado e o meu caso a banda agradou em cheio e já faz 10 anos que não saí das minhas listas de discos que levo para viagem no meu mp3 player na época em que li sobre esse foi num quadro da extista Top Rock onde traziam as bandas e seus discos fundamentais e um dia era o Piledriver que estava lá e na época bem que eu tentei procurar em lp mas todas as buscas atrás desse disco na época foram um verdadeiro fracasso até 2001 quando a livraria Saraiva abriu sua primeira filial em shopping center de Ribeirão Preto e ai logo de cara, ou seja, na minha primeira compra pude adquirir este petardo e me deleitar ao som de Don´t Waste My Time, Oh! Baby, Time, Big Fat Mama e também conta com um belo cover para Roadhouse Blues do The Doors e com esse disco na mão eu dava meu ponta pé inicial no aprofundamento sobre as bandas da saudosa década de 1970. 


05. Kansas - Leftoverture (1976)
Depois de só ouvir falar sobre o Kansas e ler o background sobre a banda na revista Roadie Crew eu resolvi conhecer a banda que embalava muitas festinhas ao som de Dust In The Wind e afim de descobrir o que banda tinha além dessa balada cheguei a baixar alguns mp3 coisa rara pois havia sido acometido por uma crise financeira que esvaiu os meus recursos destinados a comprar álbuns e infelizmente tive que me contentar com em ouvir a banda aquele formato e ouvi os três primeiros discos afim de apenas de conhece-los e depois do fim da faculdade eu um dia perambulando pela FNAC recém aberta aqui em Ribeirão Preto resolvi dar umas voltaas lá dentro a fim de ver o que esses caras traziam de bom em termos de rock setentista e em poucos minutos eu me deparo com o Leftoverture e o único jeito foi adquiri-lo por um preço não convecional parra um cd importado e também foi o ínicio de um aprendizado só comprar nessa loja apenas em época de saldo devido aos preços abusivos que eles colocam não apenas nos cd´s e dvd´s mas nos livros e demais produtos que comercializam na loja e em casa foi demais poder conferir o peso e agressividade de Carry On Wayward Son o grande hit desse disco acompanhado de outras faixas com o toque progressivo do grupo e as faixas viajantes não ficam de fora como The Wall, Miracles Out Of Nowhere e Cheyenne Anthem que ajudaram a fazer a fama deste disco que é implacavel para quem é fã de boa música.

06. Blue Öyster Cult - Spectres (1977) 

 Está mais um daqueles grandes discos que são mal compreendidos e são rejeitados em sua época e a aquisição foi muito, mas, muito fácil porque o dono do sebo para se livrar logo dele pelo fato da banda ser desconhecida neste fim de mundo o disco ainda ostentava a fama de ser um álbum fraco, ruim e entre outros então o lojista que provavelmente nunca deve ter escutado o material simplemente preferiu acreditar na mentira e se deixou levar por ela para a minha alegria porque os sebos ribeirão pretanos sempre tiveram uma péssima tradição de explorar os clientes e ainda deslavadamente dizem que são seus amigos falsos e simplemente falsos por isso só recorro a esses exploradores em último caso e no caso desse lp foi a mesma coisa e no dia que eu cheguei lá olhei vi o disco me interessei e paguei primeiro mas pedi para ouvir para conferir ali mesmo se o produto estava com alguma avaria e procedendo a audição o cara se ligou da besteira que fez e tentou voltar a atrás no preço mas já era tarde eu não concordei para o azar dele que ao ouvir Godzila, Death Valley Nights, R.U Ready To Rock e Nosferatu percebeu que algo lhe custara caro e que então passaria a assombra-lo e pela primeira vez naquele território inóspito e sombrio dos gângster que operam inescrupulosamente os sebos eu conseguirá algo inédito levar vantagem. 

08. Budgie - Impeckable (1978)
Depois de muitos anos na minha vida ouvindo sempre o que mídia impôs e os passado também eu através do mp3 pude conhecer "novas" bandas e destarte selecionar melhor o que me interessava ouvir em determinados momentos e assim concentraria os meus gastos em discos que depois de certo tempo não seria relegados ao esquecimento e a década de 1990 dá um ponta pé inicial nesse tipo de música descartável, pois, quando você comprava um disco enfim um lançamento no máximo eram duas faixas boas o resto estava ali fora de contexto com a finalidade de encher o álbum embora o heavy metal seja um estilo a parte que sempre primou pela qualidade também teve lá suas excessões neste quesito e muito material de gosto duvidoso foi lançado e está para quem quiser tirar a prova e quando eu descobri o Budgie e rodei uma pesquisa pela internet afim de conhecer a história da banda e a discografia eu me deparei com uma daquelas bandas que apesar de ter uma discografia consideravel nunca chegou a galgar o sucesso como outras bandas de sua geração mas a banda nunca teve um disco ruim e detalhe foi uma banda influente e inclusive ajudou a formar as bases do heavy metal da década de 1980 e ainda influênciou outra banda do cenário Grunge e ao ouvir os tais discos clássicos eu percebi que tinha um disco injustiçado ali no meio que é justamente este, pois, quando o coloquei no cd player depois de compra-lo em uma loja de usados no centro e pude perceber já na abertura com Melt The Ice Away e nas faixas demais como All At The Sea, Smile Boy Smile e Don1t Go Away que a banda estava seguindo outros caminhos o que é natural para uma banda de rock principalmente na década de 1970 onde tudo era novidade e as bases de muitos subgêneros começaram a ser definidas e os frutos vingaram na década posterior e o disco em questão foi injustiçado sim e para aqueles que pensam que o "verdadeiro" Budgie está registrado em Squawk (1972), Never Turn On (1973), In For The Kill (1974) e Bandolier (1975) está enganado porque em Impackble existe um Budgie que buscando fugir do seu passado no bom sentido que deve ser assimilado por aqueles mais reacionários.   

09. Focus - Mother (1975)
Que surpresa grata vinda da Holanda enfim é mais uma banda do progressivo que na minha opinião é um estilo clássico e revelou grandes nomes do estilo e minha relação com esta banda começa com a leitura da revista Poeira Zine altamente indicada para quem quiser saber informações mais precisas e detalhadas da música produzida na década de 1970, e depois da leitura fui fazer o meu teste para ver se valia a pena adquirir os álbuns ou não então baixei este disco e em menos de 5 minutos eu estava lá com ele pronto para ouvir e finalmente matar minha curiosidade e fazer um pedido na galeria do rock e não me arrependi do que eu ouvi pois até então eu conhecia bandas como Pink Floyd, Yes, Rush e o Jethro Tull e com o Focus foi as portas de entrada para outras bandas que eu desconhecia como o Camel, Genesis, King Crimson e o Van Der Graaf Generator que eu literalmente desconhecia enfim nem supunha a existência e voltando ao álbum Mother embora não seja o maior dos clássicos da banda serviu para pelo menos para me apresentar a banda.

10. Van Der Graff Generator - Pawn Hearts (1971)

Esta banda eu também conheci através da Poeira Zine e como no caso do Focus também procedi uma investigação para saber se valia ou não investimento como no caso de centenas de milhares de bandas que eu já ouvi e ainda ouço e tenho o material original  eu tinha baixado desta banda boa parte da discografia mas como eu tinha que sair peguei logo este que estava na primeira posição da fila e depois de descompactar já adcionei a lista de gravação, pois, iria ouvi-lo no carro e destarte caí na rua para fazer as minhas tarefas e fui ouvindo este disco que pode ser considerado uma obra prima do rock progressivo pois fazia muito tempo que eu não ouvia nada nem parecido e ou se ouvi nunca percebi pois estava mergulhado até o pescoço nos tais medalhões que eu chega a achar inimaginavel a existências de outras bandas e o meu engano e erro foram totais e com Pawn Hearts eu estava entrando numa parte do progressivo que eu nem sabia da existência e legou-nos um material incrivel e este disco e esta banda fazem parte desse espirito classico do progressivo registrado nas suas três longas faixas uma caracteristica do estilo enfim impossível decompor o disco em busca de uma faixa favorita pois todas acabam por se circunscreverem nesta posição.

3 de dezembro de 2011

Discos que Marcaram a Minha Vida: Parte 2

Quando começou a década de 1990 eu já começava a dar outros passos dentro do rock pesado, pois, eu deixava de ser aquele ouvinte comum e passei a me tornar progressivamente um colecionador e a pesquisar música e comecei a freqüentar as lojas assiduamente a fim de trocar idéias com outras pessoas que tinha o mesmo interesse que o meu a música pesada enfim eu conheci muitas pessoas troquei muitas informações, discos e principalmente cassetes com os amigos. 

Toda sexta-feira era dia de visitar as lojas do centro ou a Discolar no Shopping Center uma das melhores lojas de discos que já existiu na cidade, pois, lá era possível encontrar todos os discos que você quisesse mesmo que os preços não fossem tão atraentes mas mesmo assim era uma festa ir lá e comprar os lançamentos em primeira mão enquanto no sebo as pesquisas visavam adquirir as raridades e as bandas não convencionais. 

Embora hoje eu já tenho 35 anos de idade e muita coisa tenha mudado eu ainda continuo comprando discos nos formatos cd e lp e alguns vídeos em uma quantidade bem reduzida de dvd's e mesmo que nos dias atuais existam muitas boas como bandas ruins que apenas copiam os medalhões e eu já tenho uma opinião fomrada a cerca que eu gosto de ouvir e só compro discos que eu realmente vou ouvir e como sou um "colecionador" que apenas compra os álbuns nesse esquema logo compreede-se que box sets por exemplo eu deixo de lado por são carissimos e vem cheios de chaveirinhos entre outras bugigangas que vocês compra em qualquer loja especializada que também venda este tipo de acessórios e na parte que é o que interessa é aquele show de horrores. 



01. Slayer - Reign In Blood (1986)

O meu primeiro contato com o Slayer foi com o álbum Hell Awaits (1985) que eu ouvia incansavelmente e foi o trampulim para este álbum que eu comprei numa tarde sexta-feira passeando pelo centro e ao passar pela porta de um sebo vi ele encostado na parede junto com uns livros e pelo fato do sebo ser especializado em livro vi uma ótima oportunidade de adquirir este disco por um preço mais baixo e entrei lá e fui assuntando pelo disco que eu tinha visto e perguntei se podia olhar o dono consentiu sem embargo algum e olhei o disco importado em estado de perfeição lindo enfim era novo o cara que tinha comprado e não gostou e deixou lá então eu perguntei o preço eu até hoje penso que o cara se enganou, pois, hoje isso equivale a 5 reais não dei outra arranquei o dinheiro da carteira paguei e já fui embora para não dar chance de ser alcançado e ter que pagar algo a mais e quando cheguei em casa já me dirigi ao aparelho e tomado pela emoção de ter conseguido comprar um lp clássico naquele preço eu sem querer aumentei o volume e não percebi derrepente entra um grito e começa o apocalypse ali no meu quarto bem diante de mim com Angel Of Death, Criminally Insane, Piece By Piece, Jesus Saves e Altar Of Sacrifice eu entendi naquele momento que o Slayer tinha atingido o auge e depois disso passei a me interessar por algumas bandas de Hardcore como Discharge simplemente um disco memorável e obrigatório para se entender oque o Thrash Metal.   


02. Megadeth - Rust In Peace (1990)

Quando chegou a década de 1990 eu estava começando a me familiarizar como Thrash Metal americano, pois, eu era mais ligado a bandas como Kreator, Sodom e Destruction, mas já conhecia a discografia do Metallica e já tinha os três primeiros lp's, mas faltava ainda conhecer uma banda que era com ex-membrodo Metallica e assim me foi apresentado o nome Megadeth banda que até aquele momento eu não conhecia e nem fazia idéia do que fosse e um dia andando pela Discolar afim de comprar um disco qualquer achei o Rust In Peace que naquela altura era lançamento e já aproveitei e levei ele mesmo quando eu cheguei em casa eu fiquei de cara com a faixa Holy Wars era tudo o que eu queria escutar e ouvir e o que dizer de faixas como Hangar 18, Take No Prisioners, Five Magics e Tornado Of Souls era realmente um tormento ouvir aquele disco absurdamente pesado e técnico a partir daquele momento eu percebi que precisa escutar mais thrash metal e assim foi e o resto uma excelente conseqüência. 


03. Iron Maiden - The Number Of The Beast (1982)
 Eis uma banda que eu tenho imenso prazer em falar e assim como muitos fãs de Heavy Metal também foi a primeira que eu ouvi e comprei disco e no meu caso não foi nenhum dos primerios que ajudaram a forjar a fama do grupo eu comprei esse disco em 1986 o Somewhere In Time ue era o lançamento da Dama de Ferro para aquele ano mágico para a música pesada e para mim também, pois, dali a pouco tempo eu comçaria a dar a adeus a infância para embarcar no mundo adolescente e foi justamente nessa época que eu comecei a procurar discos do Iron Maiden e num dia depois da escola eu fui atrás dos sebos porque nas redes de lojas de lojas qu só trabalhavam com produtos novos não tinham disponível e quando entrei nosebo já fui perguntando o cara me respondeu calma que eu tenho um especial para você o melhor de todos os discos deles que inclusive os fez estourar inclusive no Brasil e lá veio ele com The Number Of The Beast quando olhei para a capa já pensei puxa vida é isso que eu quero e qunado o cara colocou as faixas Inavders, Gangland, Run To The Hills, The Numbers Of The Beast e Hallowed Be Thy Name a minha reação foi a seguinte embrulha para viagem que essa noite vai ser minha.    

04. AC/DC - The Razors Edge (1990)
Esse disco é especial para mim por uma razão não tão simples que se circunscreve naquelas situações inusitadas que por alguns motivos são alheias a nossa vontade e causam aos outros certos constrangimentos na época que esse disco foi lançado eu tinha começado o meu primeiro namoro e na adolescência sempre rola aquela magia pelo fato de estarmos descobrindo coisas novas, pois, antes na infância muitas coisas eram proíbidas e outras não e por isso eu pude ingressar no rock já aos 10 anos sem problemas pois sempr fui incentivado pelos meus pais que nunca mediram recursos para eu comprar discos e sempre ganhava alguns e num domingo quando meus avôs estavam nos visitando depois de 5 anos eles simplemente esqueceram que eu já estava as voltas de completar quinze anos e que já tinha uma vida diferente comum a todo garoto da mesma idade e quando eles chegaram me deram carrinho de ferro e eu fiquei pasmo e sem saber o que fazer agredeci e guardei o brinquedo e quando fomos ao shopping no dia seguinte eu estava erambulando pela extinta Mesbla logo na seção de discos e me deparei com o The Razors Edge e pedi para ouvir o disco e meu avô do lado sem entender nada ou fazendo de conta que não estava entendo chegou do lado do meu e começou a perguntar sobre mim ele já ouve essas músicas e meu pai naturalmente sim e viemos aqui porque eu vou comprar uns discos para ele, pois se o senhor não notou ele já tem 15 anos é adolescente então é natural não é verdade/ meu avô ficou quieto enquanto isso eu estava lá ouvindo sem problema nenhum porque o antendente já me conhecia e sabia quando eu estacionava ali sempre levava alguns discos e aquele foi um dia especial pois fazia tempos que eu não ouvia do AC/DC faixas como Thunderstruck, Fire Your Guns, Are You Ready e Moneytalks. 

05. Deicide - Deicide (1990)

Uma revista que eu nunca gostei foi a Showbizz sempre achei a revista chata e raras as vezes trazia alguma coisa sobre heavy metal e quando trazia era uma pequena resenha de algum disco clássico mas no geral eles mais falavam mal do som usando a expressão "dinossauros" que depois em outras mãos e bocas tornou-se um adjetivo que visava enaltecer as bandas das antigas e um belo dia eu resolvi comprar a revista e vi uma matéria com o Deicide e no lugar d euma entrevista eles falavam que o caras iriam cometer suícidio quando completassem 33 anos de idade e isso me dispertou uma curiosidade sobre a banda e o tema ocultismo já que a banda declarava-se adepta ao satanismo o que se pode constatar facilmente ao ouvir o álbum e depois de fechar a revista pensei tenho que ter esse discos de qualquer jeito na minha coleção e no dia seguinte ao sair da escola eu saí pelo centro afoito a procura deste disco e depois de rodar quase todas as lojas entrei na última onde achei o lp e já fui pagando quando cheguei em casa já fui tirando o disco da capa junto com o encarte e já fui traduzindo as letras e ali estava um aula de blasfêmia e o som era demolidor e tornava a lição completa principalmente quando você ouve faixas como Lunatic Of Gods Creation, Dead By Down, Sacrificial Suicide e Deicide que eram o anúncio da chegada o inferno e a banda eram os missionários do caramulhão.    

06. Led Zeppelin (1970)

Me lembro ainda como se fossem hoje as férias de 1993 daqueles dias típicos que você fica em casa sem nada para fazer e derrepente resolve fazer um programa com os amigos e o irmão no centro da cidade e saí para ficar andando pelas lojas procurando por alguma útil e enquanto meus amigos andavam atrás de roupas e tênis de grife eu influenciado por outros amigos me dirigi até uma loja de discos filial da Discocenter que a pouco tempo tinha reaberto suas portas no Centro e fui procurar um disco do Led Zeppelin e olhei e olhei enfim revirei a loja e apenas tinha em mãos o Led Zeppelin III pedi para escutar me deixaram ouvir porque o dono era amigo do meu pai que sempre comprava os discos dele lá então como eramos bons clientes tinhamos algumas regalias e por isso me deixaram ouvir o disco inteiro mas só que achei estranho naquela época porque não conhecia a banda direito e aquele seria o meu primeiro discos dos caras e tinha uma metade elétrica e outra acustica mas eu gostei tanto de faixas como Immigrant Song, Out On The Tiles, Celebration Days e aquela blues Since I've Been Loving You e das acústicas eu fiquei impressionado com a Gallows Pole e a balada That's The Way que não dei outra levei e gravei várias fitas para os amigos e a noite no carro com os amigos essa fita era mais pedida das nossas hot parades.     
    

07. Ozzy Osbourne - Blizzard Of Ozz (1980)


Esse disco não podia faltar nessa lista pela importância que ele teve na minha vida, pois, graças a ele hoje eu sou adepto da música pesada e colecionador não convencional e as outras bandas que eu conheci quando as ouvia sempre pensava nesse disco comprando será que seriam tão boas quanto esse essa e era incrivel escutar faixas faixas como a polêmica Suicide Solution e vibrar nos riffs e solos de Randy Rhoads o tanto que comecei a estudar guitarra afim de montar uma banda e ouvirt faixas como Crazy Train, Mr. Crowley, aquela mais rocker a No Bone Movies e a Steal Away The Night faziam toda a diferença afinal de contas eu estava na frente de um dos maiores discos de heavy metal da história do estilo o que me faz também trás as boas lembranças do dia em que assisti pela televisão trechos do show de Ozzy Osbourne no festival Rock In Rio de 1985 que trouxe simplesmentes a nata do rock pesado para o Brasil e também agradeço a ele por ter me comprado o disco senão teria sidi impossivel naquele momento conhecer o rock e também me faz lembrar da época da escola onde ser roqueiro era algo proíbido e perigoso para quem estuidava em colégios confessionários onde reinavam os terroristas  da fé que com apenas um olhar te lançavam aos fogos do inferno que até que não é um lugar ruim para quem estudava em escolas confessionárias pois de uma maneira bizarra já estavamos lá.


08. Deep Purple - Stormbringer (1974)
Talvez os meus amigos estranhem eu colocar esse disco do Deep Purple aqui , mas, ele é especial também e marcou a minha vida embora não tenha sido o primeiro disco que eu comprei do grupo ele me mostrou um outro Deep Purple que desconhecia e na época quando eu compre esse disco alguns colegas torceram o nariz porque o disco não trazia o tradicional rock pesado dos caras realmente não trazia mesmo mas o conteúdo ainda assim é de primeira é só começar a ouvir o disco que isso fica bem calro desde a faixa de anertura Strormbringer, Holy Man, Hold On e Lady Double Dealer que mostravam que a fusão do funk e soul ao hard rock foram fundamentais para se criar um disco único mas que a época foi mal compreendido e que as gerações posteriores herdeiras da tradição de meter o pau nos discos comprou perfeitamente e antes de ouvir o disco já desciam a lenha nele e foi nessa esteira que eu comprei o disco para poder compreender o que esses caras falavam e quando pude ouvir o disco do ínicio até o fim vi que essa pessoas estavam equivocadas e eram conservadoras demais para compreender um disco musicalmente tão rico cmo Stormbringer onde cada músico se destaca revelando seus talentos e foi uma pena que o disco tenha sido a gota da água para Blackmore que depois formou o Rainbow.

09.  Kiss - Love Gun (1977)

A primeira que eu ouvi o Kiss e os vi foi no progrma domenical Fantastico e a música era I Love It Loud eu fiquei facinado com aquales caras mascarados que naquela época já haviam abandonado as máscaras e tocavam de rosto limpo e já tinham gravado álbuns como Creatures Of The Night (1982) e Lick It Up (1983) que eram dois discos muito bons para uma banda que vinha de uma maré de discos ruins e a época era de turnê pelo Brasil embora eu não tenha ido ao show aquelas imagens ficaram guardadas na minha cabeça e quando eu comecei a comprar meus discos eu comprei uma coletanea dos caras e  procurei conhecer a banda e quem sabe comprar algum álbum da discografia e lá fui eu embarcar nessa empreitada e um dia eu conversando com um amigo que era fanático pela banda ele me indicou o Destroyer (1976) que é considerado o marco inicial da Kissmania e quando pisei numa loja de usados a Raridadys Records eu perguntei sobre o disco e dono me falou esse eu não tenho tenho outro que na minha opinião é bem melhor vou te deixar ouvir o disco e depois você decide se quer ou não ficar com ele e lá fui eu conferir e tirar a prova e quando eu ouvi I Stole Your Love, Shock Me, Plaaster Caster e a Love Gun principalmente essa eu gritei o nome do dono da loja falando eu quero, vou levar embrulha por favor e um mês depois eu comprei o Destroyer e o Rock And Roll Over mas mesmo assim para mim eles não chegavam perto de Love Gun que para mim continua sendo até o hoje o maior álbum do Kiss.   


10. Alice Cooper -  Billion Dollar Babies (1973)

Quando eu conheci o som do Alice Cooper foi através do álbum Hey Stoopid (1991) cuja faixa titulo tinha um vídeo clip que passava direto na MTV Brasil e a surpresa maior é que Ozzy Osbourne participava da faixa e do vídeo, mas mesmo o álbum sendo bom eu ainda tinha algumas dúvidas sobre esse cara de quem eu ouvia histórias e que já tinha se apresentado em solo tupiniquim em 1974 e eu queria ouvir aqueles discos que fizeram dele um ícone do rock pesado e nessa época voltou a morar um colega nosso que morava em Campinas e um dia ele trouxe o Billion Dollar Babies para escutar conosco e eu perguntei aonde ele tinha pego o disco ele disse é do meu pai eu nem sabia que o Sr. Carlos curtia rock mas beleza aquele era um grande momento afinal de contas eu ia matar a curiosidade enquanto essa fase do artista e lá fomos nós para ouvir o disco e quando começou eu nem acreditava que estava ouvindo um disco clássico do Alice Cooper e fui arrebatado logo na abertura com Hello Hooray, Elected e a clássica Billion Dollar Babbies e outra grande faixa No More Mr. Nice Guy e depois de ouvir o álbum e gravá-lo eu só pensava em guardar uns trocados para adquiri-lo mas não foiu preciso porque esse camarada deixou o disco comigo e nunca mais veio buscar e um dia quando eu falei para ele só ouvi assim fica de recordação pela amizade e consideração faça bom uso dele e assim o faço a 18 anos.     

2 de dezembro de 2011

Discos que Marcaram a Minha Vida: Parte 1

Em 1985 com o Rock In Rio muitas coisas aconteceram no Brasil, pois, apartir desse momento o Brasil entrava para o circuíto internacional de shows uma série de bandas novas surgiram fazendo um som pesado livrando-se dos cacoetes setentistas além do número de fãs que aumentou consideravelmente e eu sou desses fãs da ala mais jovem que se formou na década de 1980.

Eu comecei a formar a minha discoteca na segunda metade da década de 1980 para ser mais exato três meses depois do festival Rock In Rio e um dos fats que marcaram esse ínicio um pouco conturbado foi que eu moro em uma cidade do interior onde o acesso a esse tipo de material era bem mias restrito, pois,m imaginem vocês que para conseguir os discos eram só em lojas de discos que pelo menos eram boas mas no caso de bandas mais pesadas era necessário procurar os sebos especializados em discos que existiam em quantidade consideravel.

A minha especialidade é osom produzido na década de 1970, 1980 algumas coisas das décadas posteriores que apesar da crise chegaram a produzir algo de qualidade enfim eu tenho uma coleção de discos razoável em termos de quantidade porque para mim não importa o formato do material o que interessa sobre o produto é se ele é realmente especial então box sets eu jamais comprei e jamais comprarei, pois, passam de verdadeiros caça níqueis e as edições deluxe depois comprar muitas e ter muitas decepções eu desisti o que eu gosto é comprar os álbuns e os dvd's é isso que consiste o meu acervo e geralmente o que eu tenho cd eu também tenho em Lp gosto de escutar música nos dois formatos.

  
01. Black Sabbath - Black Sabbath (1970) 


Esse disco foi o primeiro disco do Black Sabbath que eu escutei e a história dele é simples eu ia todos os dias num sebo porque nas lojas não tinha diziam que já era extinto, ou seja, era fora de catálogo e o cara da loja era um pouco chato mas deixa escutar não era regulão e um dia eu quis compra-lo mas o cara não vendia porque era raridade e que não vendia, mas a vontade tê-lo era tão grande que eu fiquei mulando tanto o cara que ele me vendeu o disco porque não agüentava mais me ver de segunda a sábado pedindo insistentemente para ele me vender paguei carissimo mas valeu a pena e hoje eu tenho três versões desse disco no formato Lp e mais duas versões em Cd.  
 



02. W.A.S.P - The Last Command (1985)


Eu já escrevi o que esse disco representa para mim em outro quadro deste blog, apesar de ser a minha entrada definitiva para o mundo rock eu sempre nutri uma obcessão pela obra e queria a obte-la de qualquer maneira e no começo dá década de 2000 e apenas consegui comprar no formato e cd e agora em 2011 depois de mais de vinte e cinco anos sonhando em encontrar o álbum na versão lp finalmente consegui em um sebo já faz mais de 5 meses que eu consegui comprar o disco e desde então ecuto esse disco pelo menos uma vez por dia é como se fosse voltar naqueles dias que marcaram a minha passagem da infância para o adolescencia. 



03. Sepultura - Arise (1991)

Esse discou marcou muito pelo simples fato que o Sepultura nessa época foi uma banda que mostrou que era possível levar o nome do país a outras terras e mostrar que no Brasil não era só o futebol e o tanto que os caras chegaram a relegar ao Pelé o ícone do máximo do Brasil em termos de referência, e a primeira vez que ouvi foi uma fita cassete que eu comprei porque não tinha grana para comprar o Lp e quando ouvi Arise, Dead Embryonic Cells, e Subtraction era como se o chão se abrisse bem debaixo dos meus pés e o mais legal era ver que o Brasil a pouco tempo tinha entrado na rota internacional e agora essa entrada era completa pois tinha uma banda que rivalizava com Slayer, Metallica que estavam na linha de frente do estilo. 



04. Venom - Black Metal (1982)


Esse disco eu comprei numa sexta-feira 13 sem saber o que eu estava levando para casa naquele dia eu apenas queria levar um disco diferente algo que eu ainda não conhecia e o dono do sebo me deu esse disco que tinha achado atípico perto do que eu estava acostumado a ouvir e olhei meio ressabiado e ele me disse que eu deveria ouvi-lo que ia mudar alguns conceitos em termos de música e que ele tinha outras bandas daquela linha e que se eu gostasse me venderia os outros afirmando que eu gostaria mais ainda o disco era um pouco assustadoe pela capa sugestiva mas eu só me dei conta quando eu coloquei a agulha nele e depois dos ruídos começa Black Metal quebrando tudo e as faixas Leave Me In Hell e a Buried Alive que eu ouvia muito por causa dos solos de guuitarra sujos do guitarrista Mantas aliado aos seus companheiros Cronos e Abaddon mandavam um som digno do nome Black Metal.


05. Candlemass - Epicus Doomicus Metallicus

Na década de 1990 eu anda lendo a revista Top Rock especializada em rock trazia desde bandas de heavy metal as bandas como Nirvana e outras do mesmo estilo, mas teveuma edição que trazia uma reportagem sobre o Doom Metal que na época era bem diferente do que se faz hoje e fiquei fascinado e comecei a procurar bandas do estilo até que um belo dia entrei uma loja especializadda em rock e tendencias e achei num canto esse Lp importado e não dei outra comprei sem pestanejar e o espanto foi recompensado quando agulha começou a deslizar e desvelar faixas como a sombria e tétrica Solitude e os solos ultra potentes que abrem a faixa Under The Oak embora eu não soubesse do que se tratava e quando fui pesquisar descobri que estava com disco clássico da década de 1980 que havia sido um dos pilares do do estilo enfim inesquecivel nos dois formatos lp e cd.

06. Metallica - Ride The Lightning (1984)
A primeira vez que eu tive contato com o Metallica foi através desse álbum e também foi o primeiro que eu comprei da banda mas como era dificil de achar nas lojas comprei em São Paulo na Galeria do Rock e paguei bem caro por ser importado mas valeu a pena e como valeu pois na época era incrível ouvir faixas como Fight Fire With Fight, Ride The Lightning, For Whon The Bell Tolls, Creeping Death e além de tudo isso ganhar uma graninha extra gravando várias fitas cassete e obviamente me divertindo muito cujo resultado foram vários torcicolos de tanto bater cabeça e na época em que começaram a surgir os cd's esse foi primeiro disco que eu comprei neste formato e a festa foi a mesma. 

07. Mercyful Fate - Melissa (1983) 

Na época em que eu conheci o Mercyful Fate eu já estava ouvindo bandas como Venom, Celtic Frost e  Bathory cuja similaridade no que tange a temática se diferencia apenas quando a agulha do tica discos desliza sobre o vinil e a música começa a invadir os ouvidos embora o Mercyful Fate fosse menos pesado que o trio citado aqui a banda tinha um diferencial em relação as outras um som melódico pesado e agressivo e com outro diferencial o vocalista que fazia toda a diferença King Diamond que encarnava todo o cenário da banda sem fazer concessões e quando peguei esse Lp fiquei impressionado com as sete faixas um verdadeiro Ode a satanás. 



08. Motörhead - Ace Of Spades (1980)

Esta um obra prima do rock que nunca me canço de ouvir no máximo volume também uma banda deste cálibre não poderia ter outro resultado e começando pela faixa Ace Of Spades, Jailbeat, The Hammer e todas as outras e a primeira que eu vez que o vi fiquei encantado pela capa com a banda na frente como estivesse em deserto me lembrava o verão pois foi o período em que comprei este lp eu me ausentei do serviço naquele dia e fiquei o dia inteiro ouvindo o disco e namorando foi um dia especial. 


09. Judas Priest - Painkiller (1990)
Embora o meu disco favorito seja o Screaming For Vengeance (1982) eu elegi o Painkiller por algo simples, pois, foi o primeiro disco do Judas Priest que eu comprei e foi também o primeiro a gravar em K7 e ir escutando no walkman para escola que era confessionária e quando os outros garotos viram que eu estava ouvindo música no intervalo vieram e quiseram ouvir e quando deram de cara com faixas como Painkiller, Metal Meltdown, Night Crowler e Touch Of Evil ficaram horrorizados e eu adorei isso porque na naquela época era legal deixar as pessoas chocadas e depois desse simplesmente rolou um boato que eu estava ouvindo música do diabo e a diretora veio tirar satisfação e ouviu não gostou mas se colocou no lugar dela. 


10. Celtic Frost - To Mega Therion (1985)

Falar sobre este disco tem um sabor especial por se tratar de uma das bandas mais inteligentes do cenário extremo da década de 1980 que simplemente deu uma aula de como se fazer metal extremo com requinte e bom gosto esse que se traduz em faixas como Necromantical Screams, Circle Of The Tyrants, Dawn Of Meggido, The Usurper e Jewel Throne e com faixas calíbre não tinha como disco não se tornar outra coisa que não fosse referencia para o estilo, e outro fato interessante foi a maneira como eu adquiri uma cópia do lp para minha pequena e humilde coleção em 1994 após uma tempestade que devastou Ribeirão Preto eu fui ao centro da cidade de manhã para ver os estragos causados pela chuva e nisso vi um porão aberto e fui entrando e quando cheguei vi milhares de discos apinhados e o dono ao invés de mandar embora e já advinhando que eu gosto de rock pesado mandou eu olhar lá no fundo e para minha grata surpresa estava lá intacto o To Mega Therion importado e não dei outra levei e o resultado é que a quase 20 anos eu não consigo parar de escutá-lo e cada nova audição do lp descubro um novo Celtic Frost, pena que as coisas boas duram pouco  
    

30 de novembro de 2011

Resenhas - Coldplay - Mylo Xyloto (2011)


Eu nunca tive nada a contra a música pop aliás o gênero sempre mostrou coisas boas mas ultimamente vivemos a época de vacas magras na música em todos os estilo músicais e esses dias eu vinha conversando com um amigo meu sobre musica e ele me falou do Coldplay me disse que eu deveria abaixar a guarda e ouvir a banda, pois, tratava-se de uma excelente porque está na mídia, ou seja, está na moda e meio que a contra gosto acabei aceitando desafio e peguei o cd emprestado dele para ouvir para ver se valia apena perder um tempinho com esse disco e quem sabe num futuro não obstante rever meus conceitos quanto a banda e quem sabe também adquirir tal disco.


Resenhas: The Strokes - Angles (2011)


Há extamente 3 anos um coelga de faculdade me disse que eu precisava conhecer outras bandas porque só Heavy Metal e Classic Rock, é de gente bitolada e me apresentou o The Strokes pela primeira vez mais eu nem prestei muita atenção por estar interessado em outra garota naquela dia então fui embora com o som na cabeça e fiquei com vontade de conhecer a banda e cheguei até ouvir uns discos mas nunca foi uma banda que me atraiu sempre a achei muito mediana musicalmente falando.


27 de novembro de 2011

Classic Hard: Budgie - Squawk (1972)



Muitas bandas surgiram na década de 1970 algumas atingiram o estrelato enquanto outras não passaram apenas um ou dois discos no máximo e acabaram no esquecimento enquanto outras que resistiram durante toda a década e gravaram uma quantidade razoável de discos e ainda influenciaram as geralções da década posterior mas nunca tiveram o merecido reconhecimento e nesse caso a banda mencionada aqui é o Budgie que foi concebido na cidade Cardiff no País de Gales no ano de 1967 e inicialmente atendia pelo nome Hills Contemporany Grass e depois mudou o nome para Six Ton Budgie investindo cada vez mais em som pesado sem perder o clima viajante de suas músicas marca registrada do grupo a banda inicialmente era um quarteto que contava com baixista e vocalista Burke Shelley em conjunto com o guitarrista Tony Bourge, o baterista Ray Phillips e na guitarra Brian Goddard que após receber um ultimato de sua namorada grávida resolveu abandonar o grupo que apatir daquele momento passou a ser um trio e a outra mudança que sucedeu foi a nova mudança de nome a apartir desse momento além de ser um Trio passava a chamar-se apenas Budgie.


26 de novembro de 2011

Classic Hard: Cactus - Cactus

Ano de Lançamento: 1970
País de Origem: EUA
Estilo: Hard Rock
Line-up: Rusty Day (v & h), Jim McCarty (g), Tim Bogert (bx) & Carmine Appice (bt) 


Se tem uma banda que sintetiza a mistura do blues com o hard rock essa banda é o Cactus que na verdade é um supergrupo formado em 1969 nos EUA durante jams do Vanilla Fudge com o baixista Tim Bogart e o baterista Carmine Appice primeiramente contando com as guitarras de Jeff Beck, Rod Stewart e  Adelle Smitchell como co-vocalista, mas o guitarrista Jeff Beck após sofrer um acidente automobilistico ficou impossibilitado de dar continuidade nos trabalhos referentes ao grupo e assim Bogert e Carmine trouxeram para o grupo o vocalista Rusty Day (ex-Amboy Dukes) e o guitarrista  Jim McCarty (que tocava blues nas Mitch Ryder's Detroit Wheels e The Buddy Miles Express).


23 de novembro de 2011

Garimpando: Killing Floor - Out Of Uranus - 1971


Sempre quando eu voltava das férias da faculdade ou do meu curso de pós-graduação logo na primeira semana eu adorava me embrenhar no centro da cidade atrás dos sebos e pequenas lojas especializadas em rock, porque além dos discos de vinil custarem muito barato você consegue encontrar raridades que devido ao estado de conservação não do dono anterior ao sebo mas sim pelo modo como os últimos conservam os discos que aind funcionam impecavelmente após um lavagem extremamente minuciosa e nesse clima eu sempre comprei disco excelentes e foi justamente nessa esteira que eu descolei uma banda incrível do cenário rock psicodélico britânico (que ajudou a criar as bases para o que viria a chamar-se na década de 1970 hard rock e heavy metal) e fiquei impressionado com a capa, que trazia uma miríade mulheres nas mais variadas posições e com cores que mais lembram a vontade, desejo e a paz símbolos desse período.


20 de novembro de 2011

Classic Live: Kiss - Alive! (1975)



Muitas bandas da década de 1970 não fizeram sucesso em suas estréias vinilicas e nos laçamentos posteriores e muitas outras nunca fizeram sucesso apesar de possuírem uma discografia conseravelmente extensa e o Kiss foi uma dessas bandas que apesar de ter já ter lançados os discos Kiss (1974), Hotter Than Hell (1974) e Dressed To Kill (1975) ainda não tinha atingido o topo era apenas uma banda promissora no cenário rock do período em questão mas faltava algo que ainda não havia sido realizado pelo quarteto mascarado a gravação de um álbum ao vivo que poderia ser a glória ou fim da banda.

Garimpando: Wolfmother - Wolfmother (2005)


Ainda na época da faculdade enfim lá pelos últimos meses eu andava pesquisando para aumentar a minha coleção e claro também o meu conhecimento musical  e apesar de ser fã de heavy metal e gostar das bandas da década de 1980, sou de fato aficcionado no cenário musical da década de 1970, pois, foi justamente nessa década que nasceu o Hard Rock e Heavy Metal e também o progressivo e muito do que se houve hoje em dia deriva de influências dos medalhões que caminhavam sobre a terra arrebatando legiões e legiões de fãs cuja a adoração continua até os dias atuais e ainda inspira centenas de jovens a pegarem e m instrumentos e montarem suas bandas visando realizar seus sonhos gravando seus discos e vender milhares de cópias e embarcar em turnês extensas pelo mundo com shows lotados e pegando todas as mulheres possiveis a cada giro.  


Garimpando: Black Bonzo - Lady Of The Light (2004)


Todo sábado de manhã eu me mando para o centro da cidade para fazer as minhas garimpagens nos sebos de Ribeirão Preto atrás de algumas perolas para minha coleção LP'S, mas desta vez o que surpreendeu não foram os long plays e sim um cd de uma banda oriunda da Suécia chamada Black Bonzo e quando olhei para a capa pensei que se trata-se de mais uma banda da década de 1970 mas não era bem isso, pois, tratava-se de uma banda de Rock Progressivo da atualidade que surpreende pela qualidade de seu som e mostra que o rock ainda esta vivinho e apesar da época de vacas magras que vive o cenário rock atual seja ele qualquer sub-gênero ainda pode vir a surpreender e quem sabe produzir novos clássicos.